Fórum Econômico Mundial 2026 | Novo estudo lista 4 futuros para o trabalho até 2030

O Fórum Econômico Mundial acaba de encerrar seu encontro anual em Davos, Suíça. Com o tema “Um Espírito de Diálogo”, a reunião reuniu líderes de governos, empresas, organizações internacionais, academia e sociedade civil para discutir alguns dos principais desafios dos tempos atuais. A Nova Economia e o mundo do trabalho não poderiam ficar de fora e foram foco de um novo estudo lançado por lá: “Quatro futuros para o trabalho na nova economia: IA e talentos em 2030”.

O relatório apresentado reforça o que temos acompanhado na prática: o futuro do trabalho não será definido apenas pelas mudanças de tecnologia, mas pelas escolhas feitas hoje em relação a pessoas, competências e modelos de trabalho.

 

A partir da combinação entre ritmo de avanço da IA e nível de preparo da força de trabalho, o estudo apresenta quatro cenários futuros possíveis até 2030:

A Era do Deslocamento– IA avança rapidamente, mas as pessoas não acompanham, gerando automação em escala e instabilidade.

Progresso Travado– nem a tecnologia entrega todo o seu potencial, nem as habilidades humanas evoluem no ritmo necessário. O sentimento é de frustração.

Superprogresso – avanço exponencial em IA e prontidão generalizada. Economia centrada em IA, alta produtividade e novas ocupações, com desafios relevantes de governança e proteção social.

Economia de Copilotos – progresso gradual da tecnologia e ampla prontidão. IA como ampliação do trabalho humano, com colaboração homem–máquina e redesenho de funções.

A pesquisa também elenca os riscos, as oportunidades e as estratégias sugeridas. O ponto central do estudo está claro: a lacuna de habilidades emerge como o maior risco para organizações e sociedades, mais do que a própria tecnologia.

 

A pergunta-chave não é qual cenário vai prevalecer, mas como estamos preparando pessoas, estruturas e culturas organizacionais para operar em múltiplos futuros possíveis. Ao longo das próximas semanas compartilharemos aqui mais insights da reuniao do Fórum Econômico Mundial.

Veja o estudo completo aqui: bit.ly/49XGX3L

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